Estamos frente a uma das maiores ruturas da história da humanidade. Numa velocidade que nos deixa sem fôlego, novas tecnologias transformam toda a rede de relações econômicas, a sociedade e o modo como vivemos, trabalhamos e consumimos. Nada do passado se parece com a disrupção digital, pois esta supera todas as tendências anteriores em termos de velocidade, alcance e efeito sistêmico.

A digitalização vai acontecendo progressivamente nas empresas, em três diferentes níveis: 1. Digitalização de produtos e serviços. 2. Digitalização de processos e decisões. 3. Digitalização de modelos de negócio.

Sobre a digitalização dos modelos de negócios, afirmo que a plataformização da economia será o processo predominante nos próximos anos.

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Estratégias para mudar

Sem dúvida o risco, ou melhor, a percepção do risco é uma das variáveis que tem um peso enorme no momento de decidir mudar. Como mostra o gráfico acima, essa mudança pode ser gradual, começando pelos Produtos e Serviços (P/S) e chegando à transformação do próprio modelo de negócio. Ou seja, é possível ir assumindo riscos de forma controlada desde que esse caminho seja percorrido rapidamente.

Falar de estratégia é falar de opções, as opções que você faz e as que você não faz, e é falar de execução, pois sem execução, as opções são apenas sonhos.

Uma grande estratégia é feita de duas características. Uma estratégia de mudança também é feita de duas características:

  • As opções feitas são apropriadas para a situação competitiva em que a empresa está;
  • As opções feitas podem ser executadas.

Um Mapa de Rota para a inovação digital no contexto VUCA

Um mapa de rota pode ser considerado um atalho no momento de considerar opções e executá-las em contextos VUCA. Como tal, se estiver suficientemente testado, o risco que todo processo de mudança acarreta pode ser menor.

Por outro lado, um mapa de rota deve ser considerado um guia para tomar decisões estratégicas. É só um guia. Não existe mapa de rota que se encaixe em todas as situações, o célebre “one size fits all”.

Esse é o espírito do DRR ou Digital (R)evolution Roadmap, que foi elaborado por Babel-Team, do Brasil, e PWG, da Colômbia.

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O DRR tem uma base conceitual que se apoia na metodologia de Sunil Gupta de Harvard, na qual também se baseia Babel-Team para ajudar seus clientes a trilhar o desafio da mudança.

Os 8 passos do Digital (R)evolution Roadmap

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Os 8 passos do DRR são compostos por 4 passos localizados na parte interna do círculo e se referem à transformação do mindset da organização e às habilidades (skills) que devem ser incorporadas para ter sucesso no contexto VUCA.

Os 4 passos externos se referem ao futuro, especialmente seu modelo de negócio, reconexão com seus clientes, automação da comunicação com suporte de AI e, finalmente, à transformação organizacional. Para se aprofundar no DRR (Digital (R)evolution Roadmap), baixe o e-book abaixo.

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Babel-Team escreveu e publicou este conteúdo em português e espanhol para sua rede de contatos no LinkedIn.

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