Modelos de Negócio inovadores são o resultado de análise estratégica, do impacto tecnológico e, claro, de empresários com mindset digital capazes de assumir riscos.

Se existe uma área apaixonante para mim, é precisamente a do desenho de Modelos de Negócio que materializem a seguinte frase de Buckminster Fuller:

 “Não conseguimos a mudança lutando contra a realidade existente. Mudamos criando um novo modelo que torne obsoleto o existente.”

Esta tendência já era previsível. O trabalho pioneiro de John Hagel para explicar a evolução dos modelos de negócio mostrou previamente como, mais além da evolução já desenfreada de produtos a serviços (com o mantra de “acesso em lugar de propriedade”), a evolução continuaria para a etapa seguinte: do pagamento pelo uso – as assinaturas de serviços – ao pagamento pelo impacto, tudo habilitado por uma nova geração de tecnologias conectadas, capazes de detectar dados relevantes e contextuais sobre o valor real gerado para o usuário.

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De Jhon Hagel´s The Big Shift in Business Models

Não é este um dos significados básicos da IoT (Internet das Coisas)? Não é por acaso que uma das capacidades essenciais da IoT nos ecossistemas é de permitir a exibição de informação relevante e contextual, para avaliar quanto valor se gera em uma interação ou relação. O surgimento de modelos de negócios de pagamento por utilização está crescendo rapidamente, e logo virá o pagamento por impacto.

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O aeroporto de Schiphol em Amsterdã não paga pelas lâmpadas, paga por luz, sem nenhum tipo de investimento inicial.

Agora virá a próxima etapa: não pagaremos nem pelo produto, nem pelo uso do produto, pagaremos pelo impacto que este produto exerce em nossa capacidade de agregar valor.

Como os Modelos de Negócio poderão ser redesenhados ou criados totalmente do zero? Essa capacidade de desenho hoje já tem mais demanda que oferta.

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Sempre voltando a Hagel, também devemos entender que um número crescente de plataformas, agregadores, orquestradores de rede para criação de valor poderá tirar proveito dos dados, fornecer não apenas sugestões, mas também “sugestões prescritivas”. Como disse Hagel, “em vez de antecipar prováveis eventos futuros, [esses jogadores] têm a capacidade de aconselhar os clientes sobre as medidas a serem tomadas em resposta a esses eventos futuros para criar o maior valor para si próprios“.

Ao mesmo tempo, Hagel também alerta que o futuro provavelmente exigirá plataformas interoperacionais: como a necessidade é interagir com qualquer pessoa, em qualquer lugar, ela cresce de acordo com o valor potencial que podemos obter da própria interação. Os jardins privados amuralhados (plataformas como Airbnb ou Uber) não oferecerão estas oportunidades.

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Temos que perceber que os modelos de negócios do futuro devem ser “sem permissão” e “ecossistêmicos”, a verificação e a restrição dos usuários provavelmente se tornarão impossíveis ou contraproducentes.

A capacidade de desenhar Modelos de Negócios inovadores é escassa no mercado. Babel-Team certifica e incorpora a seu ecossistema de negócios profissionais com esta habilidade.

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Digital Business Model Designer Certification

Este conteúdo foi criado por Jorge Aldrovandi com base em sua experiência, na da equipe Babel-Team e nos textos de Simone Cicero e Jhon Hagel.

LICENÇA:

Este White Paper está licenciado sob a Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional de Creative Commons (CC BY-NC-SA 4.0).

Babel-Team produziu, traduziu, comentou e publicou este conteúdo em espanhol para sua rede de contatos no LinkedIn.

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