Já encontrei diversos colegas pela minha breve carreira, os quais eu tinha certeza que se perguntavam, ao criar um novo email para sua estratégia:

Como posso criar e garantir que esse email caia na caixa de spam?

Você já foi uma dessas pessoas?

Muitas vezes, você se faz essa pergunta, de maneira inconsciente. Ou não faz a pergunta, mas responde ela na maneira como configura o seu email.

Então como saber?

Vamos mostrar isso nos próximos passos.

É claro que quando você escreve um email, seja ele uma mensagem de boas-vindas, uma nutrição, um email de confirmação, uma carta de vendas ou qualquer que seja o conteúdo, o intuito é o mesmo: que o contato leia a mensagem, entenda e tome a ação esperada – abrir, clicar, comprar, participar, etc.

Portanto, a mensagem e o layout do email tem papéis fundamentais na conversão.

Por exemplo, o que pode elevar ou diminuir a conversão do tipo abertura de email? O assunto é uma das variáveis que pode influenciar fortemente no sucesso dessa métrica. Se o email não tem um assunto chamativo, relevante e interessante, as pessoas podem pular para o próximo, mesmo que sejam leitoras assíduas do seu conteúdo.

Assim como em um produto de recorrência, como uma assinatura do Spotify, que periodicamente convence os clientes de que vale a pena continuar, os seus leitores também precisam ser convencidos de que todo e qualquer conteúdo enviado por você deve ser aberto e consumido.

Ok, não podemos colocar toda a responsabilidade da abertura no assunto, mas ele é um dos primeiros parâmetros a serem checados quando algum email tem uma taxa de abertura fora do padrão – para cima ou para baixo.

Mas há outro forte influenciador, o remetente.

Por 2 motivos:

  1. O nome de quem assina o email deve ser sempre coerente. Seja o nome da empresa/loja ou pelo qual o contato/cliente se identifique. Aqui na Babel-Team, dependendo do setor, o email vai assinado por um dos atendentes ou até mesmo pelo nosso CEO, Jorge Aldrovandi.
  2. O email remetente. Pelo menos mesmo motivo acima, mas também por outro que pode ser até mais sério: a reputação e saúde do seu domínio. Podem utilizar esse site aqui para fazer esse tipo de checagem: http://mxtoolbox.com/

Outro aspecto para o qual devemos atentar é o texto que estamos enviando, pois existem diversas palavras que são malvistas pelos servidores que recebem emails.

Vou dar alguns exemplos:

  • Lucro
  • Perda de Peso
  • Grátis

Só alguns temas bem óbvios para ilustrar. Sugiro buscar no Google por “Palavras a serem evitadas email marketing” ou similar, para uma lista mais atualizada.

Devemos encontrar meios diferentes de se dizer algumas coisas, mas também nos policiar na formatação do texto, ressaltando 3 pontos que vejo se repetindo em larga escala:

  1. Evitar palavras em CAIXA ALTA, para conteúdo e assunto;
  2. Evitar grandes espaços em branco. É considerado prática de spam e interpretado pelos servidores como uma tentativa de mascarar ou esconder alguma coisa do leitor, o que pode fazer com o que os emails sejam filtrados – ou seja, cheguem ao servidor, mas não à caixa do contato.
  3. Razão entre link x texto e imagem. O ideal é termos, pelo menos, uma taxa de 70% texto e 30% imagem e links. Eu sempre recomendo que a gente tente subir essa taxa de texto – quanto mais texto, melhor.

Com isso dito, vou responder à pergunta do assunto do email, “Como fazer meus emails caírem na caixa de Spam?”

Simples!

Faça tudo ao contrário do que foi dito aqui, especialmente a parte do ponto 3. O contrário disso, seriam aqueles emails com 1 imagem e um link por trás, sem texto nenhum.

Lembrando que, infelizmente, nenhuma ação que seja feita vai garantir que nossos emails cheguem ao inbox, porque tem coisas que não controlamos. A sugestão de evitar muita codificação, muito link e muita imagem é para aumentar a probabilidade de que seus emails cheguem na pasta de entrada, mas como existem fatores externos que não controlamos, não há garantias.

Vamos repassar o que temos controle (fatores internos) e o que não temos controle (fatores externos).

Fatores internos:

  • Remetente dos emails;
  • Assunto dos emails
  • Conteúdo dos emails
  • Servidor pelo qual estamos enviando, pois apesar de não podermos controlar 100% sempre, nós escolhemos qual software ou servidor vamos usar para enviar

Fatores externos:

  • Servidor receptor, Hotmail, UOL, BOL, etc.;
  • Configuração da caixa de entrada do próprio contato.

O que precisamos fazer, é atender ao máximo às boas práticas do que controlamos para aumentar a probabilidade dos nosso emails terem uma taxa de sucesso mais alta.

Essas práticas de construção de email aliados ao double opt-in e a higienização contante da lista, são as ações que precisamos ter sempre enxutas para garantir os melhores resultados.

Qualquer dúvida que você tenha sobre os pontos mencionados no email, não hesite em entrar em contato conosco.

O Autor:
Fábio Hansen – Arquiteto-Chefe de Automação

Formado em cinema pela PUC-RJ, logo mudou o rumo de sua carreira ao iniciar o trabalho na Babel-Team como assistente do Jorge Aldrovandi. A partir de 2011, iniciou sua trajetória na Automação de Marketing & Vendas, certificando-se como Consultor Infusionsoft.

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